É Natal. Comi que nem uma alarve, nem me atrevo a pesar. Tal como me avisaram, recebi/emos prendas para o bebé. Só a minha tia Luísa deu 5 pares de botinhas de lã feitas por ela. A minha cunhada deu dois babygrows e umas botinhas. O tio do M. deu uma toalha de banho para bebé. A avó do M., que ainda não sabe, deu, por intermédio do tio do M., um casaquinho e camisola de algodão e umas botinhas. A minha sogra deu um exagero de dinheiro, tendo em conta a parca reforma cada vez mais pequena devido à troika e ao PM e seu governo de merda e fez um cartão lindo.
Recebi creme gordo para prevenir as estrias.
Mas o Natal, como se sabe, tem um problema: a comida. Não vale a pena tentar contabilizar, porque é incontável o que comi. Talvez esteja a exagerar porque desde que estou grávida não consigo comer demasiado de cada vez. Só "muito". Mesmo o que não me apetecia, como o perú, comi várias vezes.
Fiquei foi constipada no dia anterior à consoada. É esperar, já que não se pode tomar Cgripe nem nada do género.
E tenho mais um livro para ler, foi a F. que mo emprestou: Vamos ser pais. É de uma jornalista e de uma médica espanholas: Elisenda Roca e Carlota Basil. O livro é feito com as perguntas que vão surgindo em cada mês e respectivas respostas. E acerta mesmo nas perguntas que tenho na cabeça. E já me ajudou. Diz por exemplo que as grávidas não podem fazer sauna nem devem apanhar demasiado calor. No inverno tenho muita tendência para banhos ferventes e prolongados, vou começar a tomar cuidado com isso.
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